IV ARTIGO: REDENÇÃO

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Neste artigo, afirma o Símbolo: “[Cristo] padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado”. A Redenção Vicária é o mistério pelo qual Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecendo-Se em Sacrifício expiatório, dá a Deus toda satisfação condigna pelos pecados.

Sacrifício é a destruição de algo (ou, para os racionais, humilhação de si e rebaixamento da vontade – oblação) oferecido a Deus a fim de reconhecer Seu Senhorio sobre tudo. É o culto perfeito a Deus. Continuar lendo →

III ARTIGO: VIRGEM MARIA (PARTE 2 DE 2)

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Após considerar a Encarnação de Nosso Senhor, passamos a analisar o papel singular de Nossa Senhora na obra da Encarnação (e Redenção). Os Símbolos da Igreja citam-na neste III artigo.

Nossa Senhora é a criatura humana mais perfeita que Deus criou e, por causa das graças privilegiadas que recebeu, é a Rainha de toda a criação. Na ordem sobrenatural, é mais perfeita que os Anjos, tomando-os um a um ou mesmo todos em conjunto. Os Santos atestam essa verdade:

Deus reuniu toda a água e chamou oceano; reuniu todas as graças e chamou-as Maria (São Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado da verdadeira devoção).

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III ARTIGO: ENCARNAÇÃO (PARTE 1 DE 2)

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Este artigo ensina: “[Jesus Cristo] que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu de Maria Virgem”. Depois de analisar o Nome divino de Nosso Senhor, o Símbolo passa a considerar o fato histórico pelo qual o Verbo de Deus pôde ter realmente um nome; em outras palavras, como a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade fez-Se homem. Esse mistério é chamado de mistério da Encarnação: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14).

A Encarnação, início da redenção humana, já prometida por Deus na queda de Adão; isso é exprimido explicitamente pela Igreja: Continuar lendo →

II ARTIGO: JESUS CRISTO

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Diz o Símbolo niceno–constantinopolitano: “[creio] em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas”.

É uma constante nas Escrituras que o nome designe algo da missão daquele que o porta. Por isso, não raras vezes, alguns personagens têm seu nome mudado por Deus. Seguindo essa ideia, também o nome de Nosso Senhor revela Sua missão temporal: o nome Jesus (do hebraico) significa Salvador. Continuar lendo →

I ARTIGO: CRIAÇÃO 2 (PARTE 4 DE 4)

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Os seres espirituais, com inteligência e vontade, foram feitos à imagem de Deus, como dito anteriormente. Contudo, a Escritura atesta que foram criados também segundo Sua semelhança. Explicado já o sentido de ser feito «à imagem de Deus», há de se explicar o sentido de ser feito «segundo a semelhança de Deus».

Neste sentido, diz a Escritura:

Seremos semelhantes a Deus, porquanto O veremos como Ele é (I Jo 3,2).

Esta é a vocação a que são chamadas as criaturas espirituais: ver Deus como Ele é! Este é o dom sobrenatural (pois que ver Deus é um privilégio infinitamente imerecido por qualquer criatura) que Deus concedeu às suas criaturas mais perfeitas. Apesar dessa dádiva, Deus não confirmou Suas criaturas na graça. Continuar lendo →