CÂNON DE SANTO HIPÓLITO E A PRECE II

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Os modernistas e os conservadores têm como discurso em defesa das aberrações que são a criação (ou inserção) de outras Preces Eucarísticas no rito Romano r(d)eformado que a Prece II é o Cânon de Santo Hipólito. Entretanto, tal foto é mentiroso como mostrará o texto abaixo. No post scriptum, publicaremos a tradução do verdadeiro Cânon de Santo Hipólito.

Fonte: Canon de Santo Hipólito?

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Canon de Santo Hipólito?

Entre as inovações que vimos depois do Vaticano II está a composição das novas orações eucarísticas, uma quebra com mais de 1.400 anos de história do rito romano, que só pode ser entendida como a concretização do espírito de arqueologismo litúrgico e da prepotência dos modernistas. Continuar lendo

BREVE EXAME E A CARTA DOS CARDEAIS OTTAVIANI E BACCI

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O Breve exame crítico é um estudo feito a pedido e apresentado pelos Cardeais Alfredo Ottaviani e Antonio Bacci ao Papa Paulo VI motivado pela imposição do novo rito da Missa.

O estudo consta da seguinte estrutura:

1. Histórico da Mudança ⇒ A nova forma da Missa foi substancialmente rejeitada pelo Sínodo Episcopal, nunca foi submetida ao júri das Conferências Episcopais e nunca foi reivindicada pelo povo. Além do mais possui todas as possibilidades de satisfazer aos mais modernistas dos protestantes.
2. Definição de Missa ⇒ Através de uma série de equívocos a ênfase é obsessivamente colocada no aspecto de “Ceia e Memorial” ao invés da “Renovação incruenta do Sacrifício do Calvário”. Continuar lendo

O VALOR DOS FRUTOS DA MISSA

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Já faz um tempo que estou tentando reunir aqui uma lógica para se explicar a Tradição, a verdadeira visão da Igreja Católica. Claro que não intento aqui esgotar o problema da crise, pois vai além não só de minha capacidade como de meu encargo.

Recomendo a seguinte ordem de leitura (antes desse último texto):

  1. Sobre a nova Missa.
  2. Sobre um dos erros dos tradicionalistas.
  3. Sobre o ministro nos Sacramentos.

Percebi que ao fim dessas três leituras acima, fica, talvez, um hiato lógico para se explicar a seguinte constatação: nem todas as Missas são iguais.

O texto original está aqui e o texto reproduzido abaixo aqui.

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Confusão em massa*: por que nem todas as Missas válidas são iguais

 

Alguma vez você já se questionou sobre como responder àqueles que igualam a eficácia da Missa Tradicional e a do Novus Ordo, direcionando a discussão para o âmbito da validade de ambas? Tais pessoas afirmam que qualquer Missa válida é uma renovação do Sacrifício de Nosso Senhor no Calvário, cujo valor é infinito, e, então, concluem que, sendo a Missa válida, ela também é de valor infinito, e, portanto, sempre eficaz para aqueles que freqüentam. Eles podem até admitir que uma Missa celebrada escandalosamente terá um efeito negativo sobre a disposição subjetiva dos presentes, o que poderia, talvez, diminuir a quantidade de graça que recebem; mas insistirão (ou pelo menos implicarão) que nem os abusos litúrgicos, nem um indigno sacerdote, nem orações aguadas ou música profana, por si só, diminuirão a eficácia da Missa ou os frutos dela derivados. Continuar lendo

CONSIDERAÇÕES SOBRE O ORDO MISSÆ DE PAULO VI

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O “Considerações sobre o OrdoMissæ” de Paulo VI foi escrito em 1970, ou seja, um ano após odecreto que impunha a deformação do Rito da Missa a ser usada em toda a Igreja latina de Rito Romano.

Considero este estudo indispensável para se entender o grave perigo à Fé que o novo rito da Missa impõe às almas desde sua promulgação obrigatória desde 1969.

Embora lícito (considerando de modo mais legalista possível), o leitor entenderá o quanto a reforma é ilegítima. Continuar lendo