MODERNISMO NA IGREJA

Largo da Carioca

A mentalidade moderna foi alvo do Magistério recente diversas vezes. Nossos dias estão completamente tomados por ela e seus ideais; na verdade, ela invadiu o seio da Igreja até as suas entranhas. Neste texto, portanto, será exposto a origem, a base e o desdobramento da modernidade na sociedade, algumas condenações do Magistério ao seu pensamento e, por fim, o aparente triunfo do erro e sua metástase na Igreja.

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A MISSA E A TEOLOGIA

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Um argumento bastante utilizado pelos que defendem a ortodoxia da reforma litúrgica de Paulo VI, é que a Igreja não pode errar ao legislar tampouco ao impor um rito. É possível que a Igreja estabeleça um rito ruim ou herético? A resposta, como a maioria das coisas reais, não é tão simplista como querem alguns. Continuar lendo

BREVE EXAME E A CARTA DOS CARDEAIS OTTAVIANI E BACCI

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O Breve exame crítico é um estudo feito a pedido e apresentado pelos Cardeais Alfredo Ottaviani e Antonio Bacci ao Papa Paulo VI motivado pela imposição do novo rito da Missa.

O estudo consta da seguinte estrutura:

1. Histórico da Mudança ⇒ A nova forma da Missa foi substancialmente rejeitada pelo Sínodo Episcopal, nunca foi submetida ao júri das Conferências Episcopais e nunca foi reivindicada pelo povo. Além do mais possui todas as possibilidades de satisfazer aos mais modernistas dos protestantes.
2. Definição de Missa ⇒ Através de uma série de equívocos a ênfase é obsessivamente colocada no aspecto de “Ceia e Memorial” ao invés da “Renovação incruenta do Sacrifício do Calvário”. Continuar lendo

PARTICIPAÇÃO ATIVA: MISSA TRADICIONAL X MISSA NOVA

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O texto a seguir não entra no problema real do Novo Rito da Missa (problema que pode ser estudado aqui), mas fornece boas reflexões para se debater e talvez abrir a mente (por que não?) daqueles que não veem problema no rito de Paulo VI nem nos textos do Concílio Vaticano II.

Embora não seja minha via argumentativa preferida, pela razão acima, reproduzimos o texto que originalmente se encontra aqui.

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Como a Missa Latina Tradicional suscita mais participação ativa que a Forma Ordinária

 

Quantas vezes os apreciadores do Rito Romano clássico já ouviram a objeção: “A Missa nova é melhor que a antiga porque permite maior participação ativa dos fieis”, ou “A Missa antiga tinha de ser eventualmente reformada, porque o sacerdote era o único fazendo alguma coisa, e as pessoas eram todas espectadoras mudas”. Meu objetivo neste artigo é refutar tal alegação e demonstrar que, pelo contrário, o oposto é verdadeiro.

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