OS CINCO PILARES DA REVOLUÇÃO

Aos 31 de outubro de 1517, o heresiarca Martinho Lutero pregou suas teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, iniciando a maior cisão da cristandade. A nova religião que surgiu da rebeldia teve como fundamento cinco pontos que possuem erros mais ou menos evidentes.

Dizemos erros porque nada que nasce de uma revolução pode ser boa, de modo que muitos analistas colocam a revolução protestante como o primeiro passo para a derrocada moral, espiritual e de fé que permeia o mundo moderno1.

Os cinco solas são frequentemente apresentados como uma síntese da fé protestante. São eles: sola Scriptura (só a Escritura), Sola Fide (só a Fé), sola gratia (só a graça), solus Christus (só Cristo) e soli Deo gloria (só a Deus a glória).

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MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS

Enquanto muitos apenas comentam o que ouvem, os verdadeiros católicos buscam compreender o que a Igreja ensina.

Maria, Medianeira Universal, do Pe. José Bover, S.J., é um estudo profundo e fiel sobre os títulos de Corredentora e Mediadora, esclarecendo seu verdadeiro significado e respondendo às objeções levantadas contra eles.

Uma Obra com aprovação eclesiástica para quem deseja formar-se na fé, e não apenas informar-se superficialmente.

Pois como afirmou Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, “com seu Filho Unigênito, ela é a mais poderosa Mediadora e Conciliadora de todo o mundo”.

De R$ 199,90 por R$ 99,90 (50% OFF): link do livro.

RESPOSTA À CRITICA CONTRA O SEDEVACANTISMO 3

Mais uma vez o Sedevacantismo, ou melhor, o único catolicismo possível desde os anos 60 do século passado, é atacado por pretensos defensores da Fé Católica. Dessa vez foi o padre Paulo Ricardo que desferiu algumas palavras que, na verdade, relevam sua completa ignorância sobre o tema.

A íntegra da verborragia pode ser visto aqui e foi desferida durante um sermão que também trata de outros temas. Podemos resumir a três pontos que são pertinentes a nós. O presbítero acusa-nos da falta de virtude teologal (perfídia), virtude moral (injustiça) e de heresia (visibilidade). Sigamos com as respostas.

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RESPOSTA À CRITICA CONTRA O SEDEVACANTISMO 2

Dessa vez, iremos nos opor ao texto de Alessandro Lima intitulado Sedevacantismo, uma ideia absurda, que parece ser já o terceiro a esse respeito (não sei por que são necessários tantos textos para refutar uma ideia tão “delirante”).

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Por que será que o autor se abstém justamente de provar o suposto erro do primeiro ponto? Ora, como mesmo bem disse, a tese 2 é consequência da tese 1, bastando, portanto, demostrar, se fosse possível, o erro da primeira: o opositor quer combater a consequência e não a causa do sedevacantismo.

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RESPOSTA À CRITICA CONTRA O SEDEVACANTISMO

Começarei este texto de modo diferente. Primeiro porque estou falando em primeira pessoa e segundo porque o que falarei aqui é uma posição pessoal. Há algum tempo venho ruminando a tese sedevacantista e há nem tanto tempo cheguei à infeliz conclusão de que a Sé Apostólica está sem ocupante.

Dito isto, iremos reagir a um texto intitulado Por que o sedevacantismo não é prudente?. Passemos à resposta.

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