RCC E AS LÍNGUAS

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Já publicamos dois textos que falam sobre os problemas da RCC. O primeiro abordava teologicamente o que vem a ser os carismas e conclui, com os teólogos, que não se deve almejá-los. O segundo, um sermão do Papa São Gregório Magno, que, obviamente, segue o mesmo raciocínio.

De fato, o dom das línguas existe: Continuar lendo

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RCC E SEU ERRO CRASSO SOBRE OS CARISMAS

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O movimento Renovação Carismática Católica busca em demasia certos dons divinos que, segundo todos os teólogos, não deveriam ser buscados em si, pois não são causa de santificação. Aqui continuamos na linha dum texto anterior que começa a dar sinais dos perigos deste movimento de protestantismo dentro da Igreja de Cristo. Continuar lendo

RCC E A POSTURA CATÓLICA

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O texto originalmente publicado se encontra aqui. Trata de um sermão do Papa São Gregório Magno que muito tem dizer sobre a moda de carismas que assola a Igreja pós-conciliar.

O movimento autodenominado de Renovação (sic) Carismática Católica (RCC) tem suas origens no protestantismo dos protestantes: das igrejolas surgidas como consequência da prevaricação de Lutero, Calvino e outros. É certo que a Igreja tomou elementos dos pagãos para melhor difundir a verdade evangélica e ter mais sucesso no apostolado. Mas será que em pleno século XX, a Igreja ainda necessitava tomar elementos dos hereges para se difundir pelo mundo? Continuar lendo

O PRIMADO DO SUPREMO PONTÍFICE

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Publicamos este texto sobre o Primado universal do Papa, primeiramente, por ocasião da Festa de São Pedro [e São Paulo], dia do Papa e de seu Primado sobre a Igreja; em segundo, em atenção ao 962º aniversário da “excomunhão” [1] do herege e cismático Miguel Cerulário pelo Papa São Leão IX, que ocorrerá no dia 16 de julho.

O Primado Petrino é a doutrina da Igreja Católica a qual ensina que São Pedro é o Apóstolo mais excelso de Cristo e que essa superioridade é passada também aos seus sucessores, os Papas de Roma. Essa supremacia não é apenas de honra, mas jurídica e magisterial.

Como adversários dessa doutrina, temos os cismáticos autointitulados ortodoxos e os protestantes. Esses negam qualquer primazia a São Pedro (para alguns que a reconhecem, negam que tal honra pudesse ser passada aos sucessores, o que é o mesmo que negar a apostolicidade da Igreja); aqueles professam apenas o primado de honra, legando ao Papa o título de primeiro entre os iguais (primus inter pares). Continuar lendo

FILIOQUE

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Filioque é uma expressão latina que significa “e do Filho” e representa a doutrina que afirma a procedência do Espírito Santo do Pai «e do Filho». Assim, o Pai é o Princípio da Santíssima Trindade e dEle procede, por geração, o Filho. Do enlace entre o Pai e o Filho procede, por espiração, o Espírito Santo. O Pai e o Filho são o único princípio do Espírito Santo, que de Ambos procede.

Essa doutrina é combatida veementemente pelos ortodoxos. Eles, no auge da desonestidade, atribuem como maior motivo do cisma a incorporação desta doutrina “como uma novidade”. Entretanto, a definição do Filioque como dogma de Fé já ocorrera em 447 por São Leão Magno (Ep. Quam laudabiliter, Denz-H. 284), ratificado pelo XI Concílio de Toledo em 675 (cf. Denz. 277); o grande cisma do oriente, por sua vez, se deu formalmente apenas em 1054. Tal fato se deveu a questões políticas e à soberba do Patriarca de Constantinopla, Miguel Cerulário.

Três são os argumentos dos cismáticos sobre a processão do Espírito Santo que devem ser levados em consideração: Continuar lendo