SACRAMENTO DA EUCARISTIA (PARTE 2 DE 2)

Consagração

Tendo já investigado os aspectos sacramentais da Eucaristia, passaremos neste texto a explicar seu segundo caráter: culto de sacrifício [1].

Sacrifício, como explicado anteriormente, é a destruição de algo (ou, para os racionais, humilhação de si e rebaixamento da vontade) oferecido a Deus a fim de reconhecer Seu Senhorio sobre tudo. É bem óbvio que o Sacrifício de Nosso Senhor na Cruz satisfaz plenamente essa definição. O que provaremos é que o Sacrifício Eucarístico não só satisfaz a definição, como é aquele mesmo Sacrifício que Nosso Senhor ofereceu no calvário [2]. Continuar lendo

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O VALOR DOS FRUTOS DA MISSA

missa (2)

Já faz um tempo que estou tentando reunir aqui uma lógica para se explicar a Tradição, a verdadeira visão da Igreja Católica. Claro que não intento aqui esgotar o problema da crise, pois vai além não só de minha capacidade como de meu encargo.

Recomendo a seguinte ordem de leitura (antes desse último texto):

  1. Sobre a nova Missa.
  2. Sobre um dos erros dos tradicionalistas.
  3. Sobre o ministro nos Sacramentos.

Percebi que ao fim dessas três leituras acima, fica, talvez, um hiato lógico para se explicar a seguinte constatação: nem todas as Missas são iguais.

O texto original está aqui e o texto reproduzido abaixo aqui.

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Confusão em massa*: por que nem todas as Missas válidas são iguais

 

Alguma vez você já se questionou sobre como responder àqueles que igualam a eficácia da Missa Tradicional e a do Novus Ordo, direcionando a discussão para o âmbito da validade de ambas? Tais pessoas afirmam que qualquer Missa válida é uma renovação do Sacrifício de Nosso Senhor no Calvário, cujo valor é infinito, e, então, concluem que, sendo a Missa válida, ela também é de valor infinito, e, portanto, sempre eficaz para aqueles que freqüentam. Eles podem até admitir que uma Missa celebrada escandalosamente terá um efeito negativo sobre a disposição subjetiva dos presentes, o que poderia, talvez, diminuir a quantidade de graça que recebem; mas insistirão (ou pelo menos implicarão) que nem os abusos litúrgicos, nem um indigno sacerdote, nem orações aguadas ou música profana, por si só, diminuirão a eficácia da Missa ou os frutos dela derivados. Continuar lendo