A IGREJA E EPIDEMIAS: POSTURA MORAL DIANTE DA QUARENTENA

Neste texto colocamos uma visão sobre a postura católica diante dos tempos atuais de pandemia. No atual, a ideia é mostrar um certo contraponto que não chega a ser contraditória, mas que dá outro foco à questão.

Texto original pode ser encontrado aqui (texto traduzido por Cláudio e revisado por Thiago).

****************

 

A imoralidade das quarentenas ilimitadas

 

À medida que governos nacionais e locais fizeram, na tentativa de combate à pandemia causada pela peste chinesa, uma transição entre o pragmático distanciamento social para a destruição de suas economias, muitas vozes em contrário se levantaram, mas foram quase sempre desprezadas pela “grande” mídia e pela classe média. Assim, vamos dar espaço para uma dessas reflexões fora da curva de autoria do Pe. John F. Naugle, M.A., S.T.B. Continuar lendo

A IGREJA E EPIDEMIAS: POSTURA DIANTE DO CORONAVÍRUS

diocesePhoenix-catholic-justWar-catholicMass-during-wartime

O texto abaixo é uma tradução de um sermão feito pelo padre Denis Puga da FSSPX no dia 7 de março desse ano na França na igreja de Saint Nicolas-du-Chardonnet, ocasião em que se celebrou uma Missa para tempos de epidemia.

Texto original pode ser encontrado aqui.

****************

 

Coronavírus: uma visão sobrenatural

 

Caríssimos fiéis,

Desde tempos imemoriais, sempre foi prática da Igreja, em tempos de calamidade pública, recorrer ao Senhor, especialmente em tempos de epidemia. Sem dúvida, esta não é a primeira e nem será a última na história da humanidade. Mas, as epidemias sempre têm algo de inquietante, já que, como os demônios, não se pode ver o que nos está atacando. E assim a Igreja se volta para o bom Deus, especialmente por meio dessa missa muito antiga, que celebramos para pedir a Ele que nos proteja do mal. Continuar lendo

O BATISMO DO SENHOR

1555558_1470720523155126_773323235_n

O Senhor foi batizar-Se! O catecismo nos ensina que Ele foi, não porque tivesse pecado para externar arrependimento, mas porque convinha. Era conveniente, pois, por três motivos: cumprir a justiça (cf. Mt 3,15), santificar a criatura água (que mais tarde seria utilizada como matéria do Sacramento do Batismo) e manifestar-Se como Deus. Continuar lendo