V ARTIGO: DESCIDA AOS INFERNOS E RESSURREIÇÃO

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A morte em Cristo foi, como em nós, a separação do Seu Corpo de Sua Alma. Como Sua Pessoa, que é divina, realmente assumiu a natureza humana, Ela sempre esteve unida substancialmente ao Seu Corpo e à Sua Alma, mesmo na morte. Ou seja, a divindade estava substancialmente presente junto ao Corpo no sepulcro e à Alma no inferno.

Então diz o Símbolo: “Desceu aos infernos; ao terceiro dia ressurgiu dos mortos”.

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RCC E A POSTURA CATÓLICA

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O texto originalmente publicado se encontra aqui. Trata de um sermão do Papa São Gregório Magno que muito tem dizer sobre a moda de carismas que assola a Igreja pós-conciliar.

O movimento autodenominado de Renovação (sic) Carismática Católica (RCC) tem suas origens no protestantismo dos protestantes: das igrejolas surgidas como consequência da prevaricação de Lutero, Calvino e outros. É certo que a Igreja tomou elementos dos pagãos para melhor difundir a verdade evangélica e ter mais sucesso no apostolado. Mas será que em pleno século XX, a Igreja ainda necessitava tomar elementos dos hereges para se difundir pelo mundo? Continuar lendo →

O SACRIFÍCIO DA CRUZ

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Damos sequência a mais outro texto, o terceiro, da série sobre a Liturgia (os dois primeiros podem ser lidos aqui e aqui).

O texto é da autoria de Raphael Cavalcanti.

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1 Sacrifício Redentor

 

1 Necessidade de um novo Sacrifício

Jesus Cristo, imolado sobre a Cruz no Calvário, é o termo ao qual conduz essa longa série de vítimas imoladas desde o princípio do mundo. Com efeito, se o sangue dessas vítimas era ineficaz para aplacar a Divindade, surgia diante da humanidade, cada vez mais urgente, a necessidade dum novo Sacrifício, capaz de satisfazer plenamente a justiça divina.

1.1 Necessidade de uma satisfação condigna

A gravidade da ofensa mede-se pela dignidade da pessoa ofendida. Quando esta pessoa é um Deus infinito, a ofensa reveste uma culpabilidade em certo modo infinita, de lesa-majestade divina.
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IV ARTIGO: REDENÇÃO

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Neste artigo, afirma o Símbolo: “[Cristo] padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado”. A Redenção Vicária é o mistério pelo qual Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecendo-Se em Sacrifício expiatório, dá a Deus toda satisfação condigna pelos pecados.

Sacrifício é a destruição de algo (ou, para os racionais, humilhação de si e rebaixamento da vontade – oblação) oferecido a Deus a fim de reconhecer Seu Senhorio sobre tudo. É o culto perfeito a Deus. Continuar lendo →

III ARTIGO: VIRGEM MARIA (PARTE 2 DE 2)

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Após considerar a Encarnação de Nosso Senhor, passamos a analisar o papel singular de Nossa Senhora na obra da Encarnação (e Redenção). Os Símbolos da Igreja citam-na neste III artigo.

Nossa Senhora é a criatura humana mais perfeita que Deus criou e, por causa das graças privilegiadas que recebeu, é a Rainha de toda a criação. Na ordem sobrenatural, é mais perfeita que os Anjos, tomando-os um a um ou mesmo todos em conjunto. Os Santos atestam essa verdade:

Deus reuniu toda a água e chamou oceano; reuniu todas as graças e chamou-as Maria (São Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado da verdadeira devoção).

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