PARTICIPAÇÃO ATIVA: MISSA TRADICIONAL X MISSA NOVA

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O texto a seguir não entra no problema real do Novo Rito da Missa (problema que pode ser estudado aqui), mas fornece boas reflexões para se debater e talvez abrir a mente (por que não?) daqueles que não veem problema no rito de Paulo VI nem nos textos do Concílio Vaticano II.

Embora não seja minha via argumentativa preferida, pela razão acima, reproduzimos o texto que originalmente se encontra aqui.

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Como a Missa Latina Tradicional suscita mais participação ativa que a Forma Ordinária

 

Quantas vezes os apreciadores do Rito Romano clássico já ouviram a objeção: “A Missa nova é melhor que a antiga porque permite maior participação ativa dos fieis”, ou “A Missa antiga tinha de ser eventualmente reformada, porque o sacerdote era o único fazendo alguma coisa, e as pessoas eram todas espectadoras mudas”. Meu objetivo neste artigo é refutar tal alegação e demonstrar que, pelo contrário, o oposto é verdadeiro.

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CONSIDERAÇÕES SOBRE O ORDO MISSÆ DE PAULO VI

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O “Considerações sobre o OrdoMissæ” de Paulo VI foi escrito em 1970, ou seja, um ano após odecreto que impunha a deformação do Rito da Missa a ser usada em toda a Igreja latina de Rito Romano.

Considero este estudo indispensável para se entender o grave perigo à Fé que o novo rito da Missa impõe às almas desde sua promulgação obrigatória desde 1969.

Embora lícito (considerando de modo mais legalista possível), o leitor entenderá o quanto a reforma é ilegítima. Continuar lendo