
«Requiem æternam dona eis, Domine»
É assim que se inicia a Sagrada Liturgia do Rito Gregoriano, é assim, portanto, que começamos esta humilde consideração e meditação. Continuar lendo

«Requiem æternam dona eis, Domine»
É assim que se inicia a Sagrada Liturgia do Rito Gregoriano, é assim, portanto, que começamos esta humilde consideração e meditação. Continuar lendo
Abaixo publicamos um vídeo do tomista Carlos Nougué sobre o fim dos tempos. Em resumo.

O texto originalmente publicado se encontra aqui. Trata de um sermão do Papa São Gregório Magno que muito tem dizer sobre a moda de carismas que assola a Igreja pós-conciliar.
O movimento autodenominado de Renovação (sic) Carismática Católica (RCC) tem suas origens no protestantismo dos protestantes: das igrejolas surgidas como consequência da prevaricação de Lutero, Calvino e outros. É certo que a Igreja tomou elementos dos pagãos para melhor difundir a verdade evangélica e ter mais sucesso no apostolado. Mas será que em pleno século XX, a Igreja ainda necessitava tomar elementos dos hereges para se difundir pelo mundo? Continuar lendo

Pintura de uma catacumba romana do séc. I
«EU SOU o Bom Pastor e conheço as Minhas ovelhas e as que são minhas Me conhecem».
A figura de Nosso Senhor como o Bom Pastor impressiona os católicos desde a Igreja nascente. Isso pode ser atestado pela figura de Cristo, Bom Pastor, já reverenciada no século I.
Aquele que é, conforme Ele próprio revelou (cf. Ex 3,14); Ele é Caridade (cf. 1Jo 4,8); de tal maneira que estes dois nomes — Ser e Caridade — exprimem inefavelmente a mesma divina essência. Assim, Aquele único que é Bom em essência, revela a Sua infinita bondade derramando Seu Sangue e assim resgatando a Sua Igreja, para torná-la pura e sem mancha (cf. Ef 5,27ss).

«Hosana ao Filho de Davi! Bendito seja o que vem em nome do Senhor».
«Que seja crucificado».
Que tremenda meditação nos propõe o II Domingo da Paixão ou Domingo de Ramos…
Em primeiro, vemos o Cristo, entrando triunfante em Sua cidade. Cristo Rei, mas um Rei «manso e humilde», pois está no “jumento, que leva o jugo” (Evangelho dos Ramos). Por isso, a Liturgia faz uso dos paramentos vermelhos, a cor régia. E inicia-se a procissão de ramos. Continuar lendo